|
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Persing
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
ORIGEM DA TATUAGEM
Origem da tatuagem
- (Secular)
A palavra tatuagem origina-se do
inglês tattoo, que por sua vez é oriunda da polinésia tatau, uma onomatopéia
que
significa bater, isto é significativo
quando se sabe que os nativos usavam um instrumento de osso para tatuar, no
qual
batiam com um pedaço de madeira.
No Taiti, segundo tradição local, a
prática da tatuagem seria de origem divina. Durante o Po’ (período
obscuro) ela
teria sido inventada pelos dois filhos
do deus Távora Mata Mata Arahu (aquele que imprime com carvão de madeira) e
Tu Ra’i Po’
(aquele que reside no céu obscuro) que faziam parte do grupo de artesões.
Esses irmãos inventaram a tatuagem e
ornamentaram-se com um motivo denominado “Tao Maro” com o
intuito de seduzir e tirar a
virgindade de uma linda mulher, que era mantida prisioneira e vigiada por sua
mãe; Hina Ere
Ere Manua, movida pelo desejo de se
deixar tatuar, consegue enganar a vigilância da mãe e é finalmente
“tatuada”. Estes
ilustres antepassados são sempre invocados antes de se Iniciar uma tatuagem, a
fim de
que a tatuagem seja perfeita, que as
feridas cicatrizem rapidamente e que os desenhos se revelem agradáveis à vista.
Tatuar é a arte de introduzir
corantes, utilizando-se diferentes métodos, sob a camada inferior da pele, a
derme,
produzindo ali marcas permanentes.
Ronald Scutt Cristopher Gotch, no
livro Skin Deep, The Mystery of Tattooiug. apontam diversos motivos pelos quais
os
indivíduos se tatuam, e esses motivos
vão desde aspectos práticos como a necessidade de camuflar o corpo para a caça
ou para a guerra, até aspectos
religiosos como para garantir uru lugar entre os eleitos ou simplesmente para
marcar
passagens de suas vidas como a
puberdade. Entre alguns povos, a tatuagem é usada, como um rito de fertilidade,
para
afastar doenças ou evitar inveja.
Entre cenas comunidades, como os
Yakuzas (máfia japonesa) a tatuagem é um símbolo de status e de posição social
A
tatuagem pode ser usada também para
registrar um feito importante, infundir temor, aumentar os atrativos do corpo
ou
expressar sentimentos como
patriotismo, amor, amizade e até mesmo para indicar uma profissão. Já entre os
povos
antigos, a tatuagem era uma prática
comum, tanto que Charles Darwin, ao escrever seu livro A Descendência do
Homem, em 1871, afirmou que a prática
da tatuagem entre os aborígines era encontrada desde a Nova Zelândia até o
pólo norte.
TATUAGENS
As origens da tatuagem
Documentos históricos indicam que a
tatuagem já era praticada no Egito antigo, entre 4000 e 2000 a.C. e no Japão e
China há pelo menos 7 mil anos.
Considerando que essas civilizações
foram pólos de descobrimento e comércio, não é difícil entender por que tatuagens
foram encontradas, mais tarde, em
torno de 1100 d. C. por toda a Ásia, Polinésia e Nova Zelândia. Existem também
registros de que os celtas, os pictos,
os vikings, os dinamarqueses os normandos e os saxões também se tatuavam.
Nas Américas, um tatuador
estabeleceu-se em Boston, em 1846, muito embora os nativos do continente
praticassem
uma forma de tatuagem muito antes
disso.
No antigo Egito, há múmias que
apresentam tatuagens de conteúdo mágico ou médico. Em algumas delas, como
na múmia de uma sacerdotisa de 2000
a.C há linhas horizontais e paralelas à altura do estômago, possivelmente para
proteção contra gravidez ou doenças.
Múmias com os mesmos tipos de sinais foram encontradas no vale do rio Nilo.
Segundo especialistas, as tatuagens em
múmias do sexo feminino tinham um efeito cosmético, para realçar seus
encantos.
O texto foi retirado da revista,
Art Book Tattoo nº 1
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Informações sobre o noni
noni: você já ouviu falar ?
Descubra os reais benefícios desse alimento misterioso, só encontrado em suco e que promete maravilhas à saúde
POR JUREMA APRILE
ILUSTRAÇÃO BUSSADORI
• A presença de ômega 6 e óxido nítrico dilataria os vasos, melhorando a oxigenação e, conseqüentemente, a memória
• Especialistas dizem que a fruta contém betacaroteno, precursor da vitamina A, e acubina, que agrega propriedades antibióticas
• Possui escopoletina, substância antibacteriana, antifúngica e antiinflamatória, que também ajuda a dilatar os vasos sangüíneos — o que faria baixar a pressão arterial
• A fruta é rica em vitamina C
É só uma questão de tempo para as pessoas começarem a ouvir falar desse tal de noni e descobrir que não se trata de um ser de outro planeta. Com o nome científico de Morinda Citrifolia e originário dos mares do Sul, esse alimento que tem gerado uma certa curiosidade é, na verdade, uma fruta verdinha, com a aparência de fruta do conde, e que — acredite — não pode ser encontrada em feiras nem supermercados. Isso mesmo: o noni está prestes a fazer parte do grupo de coisas sobre as quais todo mundo fala, mas que ninguém vê por aí — algo como um chester vivo, ciscando no terreiro.
A fruta só existe por aqui em forma de suco engarrafado ou chá (embora atualmente esteja sendo cultivada na Amazônia peruana e, talvez, possa ser encontrada à venda em breve no Brasil). Mesmo nos Estados Unidos, o noni é vendido apenas sob forma de cápsulas, chás (feitos das folhas) ou sucos industrializados, para dezenas de milhões de consumidores.
Ao contrário de todas as frutas que são melhores quando consumidas frescas e com casca, essa não é muito palatável ao natural. “Parece fruta do conde, mas não tem nada de doce. O gosto é muito ruim e o cheiro não é dos mais convidativos”, garante o nutricionista vegetariano George Guimarães, de São Paulo, que teve oportunidade de prová-la. Quanto ao suco, este vem misturado com sucos de cranberry (ou de blueberry) e de uva, e, segundo o especialista, tem um sabor curioso.
Febre de consumo
Apesar da dificuldade de encontrá- lo in natura, o maior mistério em relação ao noni — e que também reforça sua popularidade — tem a ver muito mais com as suas supostas propriedades terapêuticas. Seu consumo no Brasil é recente, sendo mais popular nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. De acordo com estatísticas de 2003, uma garrafa do suco era vendida a cada dois segundos (ou menos) pelo mundo afora — sem falar das cápsulas e dos chás. “O sucesso está diretamente ligado ao fascínio que o homem sente por tudo que pareça mágico, milagroso e, sem muitas explicações precisas ou de forma vaga, anuncie-se capaz de curar várias doenças”, acredita o médico Leandro Pomini, de São Paulo.
Isso não quer dizer que o noni não tenha propriedades benéficas. Significa apenas que ainda não existem provas consistentes do ponto de vista científico de que realmente cure ou previna males. Há poucos estudos isentos a respeito — e nenhum com seres humanos, apenas ratos. “Essa fruta pode até vir a ser algo maravilhoso em termos de cura, mas ainda não existem provas conclusivas, nem estudos populacionais que sirvam de base para afirmar isso hoje”, diz a nutricionista Denise Schirch, de São Paulo.
Mesmo com a falta de informações precisas — o maior fabricante do suco no Brasil não quis dar informações nutricionais sobre o produto —, não se pode condenar a fruta. “Não faz mal algum consumir o noni”, garante George Guimarães. “Só pode haver algum risco se a pessoa deixar de seguir seu tratamento por causa disso”, acrescenta. É que os derivados do noni não são remédios, mas complementos alimentares. E o FDA e a Comissão Européia, organismos que funcionam como agências reguladoras de saúde nos Estados Unidos e na Europa, concluíram que não há evidências dos benefícios desse alimento para a saúde humana.
Motivo da controvérsia O noni e seus subprodutos geram polêmica porque anunciam ter uma substância chamada proxeronina, um precursor de um aminoácido denominado xeronina — que só um pesquisador descobriu até hoje. A xeronina foi encontrada e batizada pelo médico Ralph Heinicke, nos anos 50, quando ele fazia estudos com o abacaxi. Na ocasião o cientista ficou tão convencido dos poderes curativos de sua descoberta que passou anos estudando suas propriedades.
Quase não há menções a essa substância fora dos trabalhos de Heinicke e dos produtores de suco e de cápsulas obtidos a partir do noni. Quem fizer buscas em vários bancos de dados de pesquisa dificilmente encontrará algo sobre a xeronina ou sua precursora. O professor Richard Mithen, chefe da equipe de pesquisa do Centro John Innes e do Institute of Food Research, na Grã-Bretanha, afirma que nunca ouviu nada a respeito da xeronina e também não encontrou documentos científicos descrevendoa. Mesmo assim, Mithen, que recentemente produziu com sua equipe um superbrócolis que pode ajudar a prevenir câncer, acredita que o suco de noni é boa fonte de antioxidantes.
Estas substâncias são conhecidas por suas propriedades anti-radicais livres, capazes de auxiliar na prevenção de tumores malignos — algo que, segundo o professor, o suco de laranja também pode fazer. “Todas as frutas contêm antioxidantes”, completa o nutricionista George Guimarães.
Em sucos industrializados com o noni, pode-se encontrar ainda a mistura com sucos de cranberry e uva, estes sim com propriedades reconhecidas cientificamente — podem ajudar a abaixar o nível de colesterol no sangue, por exemplo. Em tempo: o cranberry, uma frutinha vermelha do Hemisfério Norte, é parente da groselha e, acredita-se, do nosso cupuaçu. Tem qualidades comprovadas no tratamento de cistite (infecção urinária).
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
OBS.Há um estudo cientifico do Dr. Neil Solomon M.D.,Ph.D.-Médico do Hospital Johns Hopkin -USA
que foi publicado em 1999. O Livro NONI- O Fruto tropical de 101 Aplicações Medicinais.
Descubra os reais benefícios desse alimento misterioso, só encontrado em suco e que promete maravilhas à saúde
POR JUREMA APRILE
ILUSTRAÇÃO BUSSADORI
• Especialistas dizem que a fruta contém betacaroteno, precursor da vitamina A, e acubina, que agrega propriedades antibióticas
• Possui escopoletina, substância antibacteriana, antifúngica e antiinflamatória, que também ajuda a dilatar os vasos sangüíneos — o que faria baixar a pressão arterial
• A fruta é rica em vitamina C
É só uma questão de tempo para as pessoas começarem a ouvir falar desse tal de noni e descobrir que não se trata de um ser de outro planeta. Com o nome científico de Morinda Citrifolia e originário dos mares do Sul, esse alimento que tem gerado uma certa curiosidade é, na verdade, uma fruta verdinha, com a aparência de fruta do conde, e que — acredite — não pode ser encontrada em feiras nem supermercados. Isso mesmo: o noni está prestes a fazer parte do grupo de coisas sobre as quais todo mundo fala, mas que ninguém vê por aí — algo como um chester vivo, ciscando no terreiro.
A fruta só existe por aqui em forma de suco engarrafado ou chá (embora atualmente esteja sendo cultivada na Amazônia peruana e, talvez, possa ser encontrada à venda em breve no Brasil). Mesmo nos Estados Unidos, o noni é vendido apenas sob forma de cápsulas, chás (feitos das folhas) ou sucos industrializados, para dezenas de milhões de consumidores.
Ao contrário de todas as frutas que são melhores quando consumidas frescas e com casca, essa não é muito palatável ao natural. “Parece fruta do conde, mas não tem nada de doce. O gosto é muito ruim e o cheiro não é dos mais convidativos”, garante o nutricionista vegetariano George Guimarães, de São Paulo, que teve oportunidade de prová-la. Quanto ao suco, este vem misturado com sucos de cranberry (ou de blueberry) e de uva, e, segundo o especialista, tem um sabor curioso.
Febre de consumo
Apesar da dificuldade de encontrá- lo in natura, o maior mistério em relação ao noni — e que também reforça sua popularidade — tem a ver muito mais com as suas supostas propriedades terapêuticas. Seu consumo no Brasil é recente, sendo mais popular nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. De acordo com estatísticas de 2003, uma garrafa do suco era vendida a cada dois segundos (ou menos) pelo mundo afora — sem falar das cápsulas e dos chás. “O sucesso está diretamente ligado ao fascínio que o homem sente por tudo que pareça mágico, milagroso e, sem muitas explicações precisas ou de forma vaga, anuncie-se capaz de curar várias doenças”, acredita o médico Leandro Pomini, de São Paulo.
Isso não quer dizer que o noni não tenha propriedades benéficas. Significa apenas que ainda não existem provas consistentes do ponto de vista científico de que realmente cure ou previna males. Há poucos estudos isentos a respeito — e nenhum com seres humanos, apenas ratos. “Essa fruta pode até vir a ser algo maravilhoso em termos de cura, mas ainda não existem provas conclusivas, nem estudos populacionais que sirvam de base para afirmar isso hoje”, diz a nutricionista Denise Schirch, de São Paulo.
Mesmo com a falta de informações precisas — o maior fabricante do suco no Brasil não quis dar informações nutricionais sobre o produto —, não se pode condenar a fruta. “Não faz mal algum consumir o noni”, garante George Guimarães. “Só pode haver algum risco se a pessoa deixar de seguir seu tratamento por causa disso”, acrescenta. É que os derivados do noni não são remédios, mas complementos alimentares. E o FDA e a Comissão Européia, organismos que funcionam como agências reguladoras de saúde nos Estados Unidos e na Europa, concluíram que não há evidências dos benefícios desse alimento para a saúde humana.
Motivo da controvérsia O noni e seus subprodutos geram polêmica porque anunciam ter uma substância chamada proxeronina, um precursor de um aminoácido denominado xeronina — que só um pesquisador descobriu até hoje. A xeronina foi encontrada e batizada pelo médico Ralph Heinicke, nos anos 50, quando ele fazia estudos com o abacaxi. Na ocasião o cientista ficou tão convencido dos poderes curativos de sua descoberta que passou anos estudando suas propriedades.
Quase não há menções a essa substância fora dos trabalhos de Heinicke e dos produtores de suco e de cápsulas obtidos a partir do noni. Quem fizer buscas em vários bancos de dados de pesquisa dificilmente encontrará algo sobre a xeronina ou sua precursora. O professor Richard Mithen, chefe da equipe de pesquisa do Centro John Innes e do Institute of Food Research, na Grã-Bretanha, afirma que nunca ouviu nada a respeito da xeronina e também não encontrou documentos científicos descrevendoa. Mesmo assim, Mithen, que recentemente produziu com sua equipe um superbrócolis que pode ajudar a prevenir câncer, acredita que o suco de noni é boa fonte de antioxidantes.
Estas substâncias são conhecidas por suas propriedades anti-radicais livres, capazes de auxiliar na prevenção de tumores malignos — algo que, segundo o professor, o suco de laranja também pode fazer. “Todas as frutas contêm antioxidantes”, completa o nutricionista George Guimarães.
Em sucos industrializados com o noni, pode-se encontrar ainda a mistura com sucos de cranberry e uva, estes sim com propriedades reconhecidas cientificamente — podem ajudar a abaixar o nível de colesterol no sangue, por exemplo. Em tempo: o cranberry, uma frutinha vermelha do Hemisfério Norte, é parente da groselha e, acredita-se, do nosso cupuaçu. Tem qualidades comprovadas no tratamento de cistite (infecção urinária).
-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*
OBS.Há um estudo cientifico do Dr. Neil Solomon M.D.,Ph.D.-Médico do Hospital Johns Hopkin -USA
que foi publicado em 1999. O Livro NONI- O Fruto tropical de 101 Aplicações Medicinais.
Aqui na região norte(Pará ) esta fruta tem sido vista em vários quintais, e frente de casas,acesso a quem quiser,eu tenho um pé desta fruta em casa,dantes comprava desidratada, agora tenho em natura, uso com suco de uva,(sinuelo) por ser adocicado o que melhora o gosto da fruta, tinha problemas de insonia,agora durmo melhor, melhorou a minha imunidade(quase não gripo),melhorou a resistência física.Creio que no Amazonas(Manaus) e cidades nortista, creio que esta fruta exótica é encontrada com mais facilidade,pois trata-se de uma planta de região vulcânica, ou região quente,talves isso explique a raridade do fruto no sul e sudestedo Brasil.
Postadopor Alberto( qual outra informa sobre uso ctc por e-mail, do blog
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Paracetamol
O que é
É um analgésico antipirético sem qualquer ação anti-inflamatória. Tem a
vantagem de não afetar a coagulação sanguínea e não apresenta efeitos
gastrointestinais.
Para que serve
Está indicado no tratamento da dor moderada e ligeira como dor de
cabeça, sintomas da gripe, constipações e sinusite. Assim como no tratamento da
febre. No tratamento da dismenorreia (dor menstrual) tem a vantagem de não afectar o fluxo menstrual.
Como tomar
Crianças com mais de 11 anos e adultos devem tomar uma dose que
varia desde 325mg a 1g de 4/4 horas ou 6/6horas. Em pediatria a dose varia
desde 40mg a 480mg de 4/4 horas ou 6/6 horas consoante a idade.
Não deve tomar
Se tiver problemas hepáticos o paracetamol deve ser tomado com cuidado.
Assim como no caso de haver deficiência renal a dose deverá ser reduzida para
evitar risco de toxicidade.
Efeitos
indesejáveis
São pouco comuns. No entanto em doses muito elevadas poderá verificar-se
hepatotoxicidade, sendo este efeito agravado pelo álcool. Os sintomas são
vómitos, náuseas, dores de estômago e icterícia (cor amarelada da pele).
Interacções com
outros medicamentos
O
álcool poderá aumentar a toxicidade. Barbitúricos (sedativos), contraceptivos
orais poderão aumentar a toxicidade. O efeito farmacológico poderá ser
reduzido com colestiramina (usada do
tratamento do colesterol) e carvão ativado (antiflatulento)Aviso Importante
Não se esqueça de consultar um médico primeiro, não se auto-medique, todo rémedio tem produtos quimicos nos seus componentes, e cada pessoa reage de maneira diferente,por isso requer a presença ou assistencia médica.
Assinar:
Postagens (Atom)