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ALIMENTE-SE BEM E CHEGUE SAUDÁVEL AOS CEM!
Por mais de uma década, Dan Buettner, detentor de três recordes
mundiais de ciclismo de resistência, vem conduzindo uma pesquisa com a ajuda
de especialistas em "Zonas
Azuis" - lugares do mundo
com a maior expectativa de vida, expectativa de vida plenamente capaz, ou uma
concentração de pessoas com mais de 100 anos. Esses lugares são,
principalmente, a província japonesa de Okinawa, as regiões montanhosas da
Sardenha, e a Península de Nicoya da Costa Rica. Durante sua pesquisa,
Buettner e sua equipe descobriram que todos os habitantes destas zonas
compartilham hábitos alimentares semelhantes, que não incluem a contagem de
calorias nem ingestão de suplementos vitamínicos.
Depois de analisar mais de 150 estudos de dieta durante os últimos dez
anos, Dan e sua equipe descobriram os hábitos alimentares mais comuns em
pessoas que vivem bem até os 100 anos ou mais. As 14 dicas a
seguir vieram diretamente da boca desses centenários, e recomendamos que você
lhes dedique atenção.
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1. Coma mais produtos de origem vegetal
Os cereais integrais e vários tipos de legumes podem ser encontrados
em todas as refeições nas Zonas Azuis. Os habitantes dessas regiões comem uma
impressionante variedade de legumes sazonais e fazem conservas com as sobras.
O melhor tipo de plantas são as folhas verdes. Estudos sobre a meia-idade
indicam que as pessoas que consomem uma xícara de legumes frescos todos os
dias são menos propensas a morrer nos próximos quatro anos, comparadas com
aqueles que não comem vegetais.
2. Não coma carne mais do que duas vezes por semana
Enquanto a maioria de nós tem certeza de que a carne é essencial para
a nossa dieta, parece que a longevidade prova o contrário. Famílias vivendo
em Zonas Azuis não consomem muita carne, e só raramente usam-na como um
complemento para pratos principais, para melhorar seu sabor. Tente diminuir o
seu consumo de carne para 60 gramas ou menos, cinco vezes por mês.
3. Coma menos laticínios de origem bovina
O sistema digestivo humano faz um grande esforço para digerir
laticínios de origem bovina, que contêm altos níveis de gordura e açúcares.
Os habitantes das Zonas Azuis obtêm cálcio a partir de plantas (uma
xícara de couve cozida contém a mesma quantidade de cálcio que um copo de
leite de vaca). No entanto, laticínios provenientes de caprinos e ovinos,
tais como iogurte grego e queijo feta, são parte
dos alimentos tradicionais locais, e considerados muito saudáveis.
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4. Coma até 85 gramas de peixe por dia
Em um estudo de 2002 sobre saúde e dieta seguidas 96 mil adventistas
norte-americanos e canadenses revelou que as pessoas que mantêm uma dieta vegetariana
que inclui pequenas porções de peixe por dia tendem a viver mais tempo. Se
você olhar para o menu em cada Zona Azul, verá que eles consomem peixes
pescados localmente, como sardinhas, anchovas e bacalhau, que não estão
expostos a níveis elevados de mercúrio e outros produtos químicos.
5. Coma até 3 ovos por semana
Habitantes das Zonas Azuis comem apenas um ovo por refeição, ou até
mesmo nenhum. Se você gosta de seu ovo de manhã, certifique-se de
acompanhá-lo com algumas frutas ou grãos inteiros. Se você quiser fazer o seu
próprio pão, experimente substituir o ovo pela adição de ¼ de xícara de molho
de maçã, ou ¼ de xícara de purê de batatas, ou uma banana pequena.
6. Belisque um punhado de nozes duas vezes por dia
O habitante médio Zona Azul come dois punhados de nozes todos os dias.
Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard ao longo de 30 anos,
foi descoberto que pessoas que comem nozes em porções diárias têm 20% menos
probabilidade de morrer jovens em comparação com aqueles que não o fazem.
Estudos adicionais mostram que uma dieta rica em nozes reduz o colesterol LDL
em 20%.
7. Coma menos açúcar
Uma pessoa come, em média, cinco vezes mais açúcar em comparação com
os habitantes das Zonas Azuis. As pessoas que atingem a idade de 100 frequentemente
adoçam as suas bebidas com mel, e só comem sobremesas em ocasiões especiais.
Tente limitar-se a quatro colheres de chá de açúcar por dia. Limite o consumo
de biscoitos, doces, tortas e bolos a apenas algumas vezes por semana, ou
evite-os completamente. Também é aconselhável evitar alimentos processados
que têm açúcar em um dos cinco primeiros ingredientes na lista.
8. Se você beber álcool, que seja vinho tinto
A população da Zona Azul desfruta de um a três copos de vinho tinto
por dia. Vinho tinto é conhecido por ajudar na absorção de antioxidantes de
alimentos de origem vegetal. É possível também que o próprio álcool do vinho
ajude a reduzir o estresse do dia, melhorando, assim, assim, a saúde geral e
qualidade de vida.
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9. Beba mais água
Já é de amplo conhecimento que necessitamos beber oito copos de água
por dia, mas estudos demonstraram que um corpo bem hidratado Impede bloqueios
e reduz os níveis de colesterol no sangue.
10. Consuma alimentos que você pode reconhecer
As pessoas que vivem nas Zonas Azuis consomem os alimentos na sua
totalidade. Eles não descartam a gema do ovo não espremem sempre suas frutas
para fazer suco, nem tomam suplementos vitamínicos. Os seus alimentos são
cultivados, pescados e criados localmente e eles sabem os seus ingredientes.
A lição é: devemos evitar alimentos têm uma longa lista de ingredientes
estranhos. Os cientistas só agora estão começando a entender a importância de
comer vegetais inteiros para desfrutar de seus benefícios.
11. Coma metade de um copo de legumes cozidos diariamente
As leguminosas são um alimento básico em todas as Zonas Azuis; em
Nicoya, come-se feijão preto, em Okinawa, come-se soja, e em todo o Oriente
Médio as pessoas comem feijão branco. Em média, as leguminosas são compostas
de 21% de proteínas, 77% carboidratos complexos, e muito pouca gordura. São
mais ricas em fibras dietéticas e de outros nutrientes em comparação com
qualquer outro alimento na Terra.
12. Beba Chá verde e beber mais café
Diversos estudos demonstraram que o consumo de café e chá pode reduzir
significativamente o risco de contrair demência e mal de Parkinson. Em
Okinawa, as pessoas bebem chá verde, ao que parece, é bom para diminuir o
risco de doenças cardíacas, bem como vários tipos de câncer. Na ilha grega de
Ikaria, os moradores bebem uma infusão de alecrim, sálvia e dente de leão,
todos possuindo propriedades anti-inflamatórias poderosas. Se preferir café
ao chá, saiba que o povo da Sardenha e Nicoya bebem café diariamente.
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13. Coma pão integral
Em três das cinco Zonas Azuis, o pão é uma parte importante da dieta
embora ele seja diferente do pão que comemos normalmente. O pão em Icaria e
na Sardenha é feito de trigo integral, centeio e cevada, tudo muito rico em
nutrientes e fibras. O pão nas Zonas Azuis contém uma abundância de bactérias
benéficas para a digestão do amido e glúten que o fazem crescer. O resultado
é uma massa fermentada light, o que reduz os níveis de açúcar e contém
quantidades muito pequenas de glúten.
14. Alimente-se de maneira inteligente e saudável
Algumas pessoas afirmam que uma dieta vegetariana não fornece proteína
suficiente ao corpo, mas o truque é combinar leguminosas, cereais integrais,
nozes e vegetais em cada prato. Isto irá fornecer-lhe os nove aminoácidos
essenciais que nosso corpo que não pode criar por conta própria.
Combinações de alimentos tradicionais na Zona Azul:
1 pimentão vermelho picado para cada 3 pedaços de couve-flor cozida
1 xícara de feijão branco para cada 2 xícaras de cenouras cozidas
½ brócolis (cozido) para cada ⅓ xícara de arroz selvagem cozido
½ xícara de tofu duro para cada ¼ de xícara de macarrão Sobá cozido
Cuide-se bem!
Postado por Alberto(CABB)
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
ALIMENTE-SE BEM E CHEGUE SAUDÁVEL AOS 100 ANOS
sábado, 18 de julho de 2015
CAFÉ DA MANHÃ NO MCDONALD'S
Esta é
uma bela história e é também uma história real, por favor, leia-a até o fim!
Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha
faculdade. A última aula que assisti foi de sociologia. O professor dava as
aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os
seres humanos também pudessem ser. O último projeto do curso era simplesmente
chamado "Sorrir". A classe foi orientada a sair e sorrir para três
estranhos e documentar suas reações. Sou uma pessoa bastante amigável e
normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma.Então, achei que isto
seria muito tranquilo para mim. Após o trabalho ser passado para nós, fui com
meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de março ao McDonald's.
Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho.
Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a
nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo.
Não me movi um centímetro... Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de
mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram. Quando me virei,
senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e
lá estava na fila dois pobres sem-teto. Quando eu olhei ao pobre coitado,
próximo a mim, ele estava "sorrindo"... Seus olhos azuis estavam
cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação. Ele disse,
Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado. O segundo
homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo
homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação. Eu
segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois. A
jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam. Ele disse, "Café
já está bom, por favor.....", pois era tudo o que eles podiam comprar com
as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no
restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar
algo. Ele apenas queria se esquentar). Então eu realmente sucumbi àquele
momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis. Foi aí que notei que
todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação
minha. Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de
café da manhã em uma bandeja separada. Então, olhei em volta e vi a mesa em que
os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e
coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis. Ele olhou para mim,
com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!" Eu me inclinei,
acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está
aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!" Comecei a
chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho...
Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse, "Esta é a
razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter
esperança!!". Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos
dar aos outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito. Nós não vamos muito à
Igreja, porém acreditamos em Deus. Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce
Amor de Deus. Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta
história em minhas mãos. Eu entreguei "meu projeto" ao professor e
ele o leu. E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a
classe?" Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o
assunto. Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres
humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos
pessoas e de sermos curados. Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no
McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na
última noite que passei como estudante universitária. Eu me graduei com uma das
maiores lições que certamente aprenderei: ACEITAÇÃO
INCONDICIONAL. Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que
lerem esta mensagem e aprenderem a: AMAR AS PESSOAS E
USAR AS COISAS E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS. Um anjo foi
enviado para assistir você. Para que este anjo possa trabalhar, envie isto para
pessoas que também precisam de anjos em suas vidas. Um Anjo escreveu: Muitas
pessoas entrarão e sairão de sua vida, mas apenas os verdadeiros amigos
deixarão pegadas em seu coração. Deus dá a cada
pássaro seu alimento, mas Ele não joga nenhum alimento em seus ninhos.
Envie de volta, você verá o porquê!! Envie para seus amigos para que eles
também possam compartilhar e refletir sobre esta mensagem que hoje você recebeu
e que certamente tocou seu coração
Postado por Alberto(CABB)
terça-feira, 9 de junho de 2015
CONHEÇA DEZ SINAIS DE ALERTA PARA A BAIXA IMUNIDADE
Descubra os sintomas mais comuns que indicam um sistema de defesa
deficiente
Unhas fracas, queda de cabelo,
cansaço, problemas de pele... Se você apresenta um ou mais desses problemas,
deve imaginar que está com a imunidade baixa, certo? Na verdade, não é tão
simples assim. Sinais como esses podem ser muito vagos, já que podem significar
uma infinidade de complicações, doenças e até fatores genéticos, que pouco têm
a ver com uma imunodeficiência.
A médica imunologista Elisabete Blanc, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, conta que a baixa imunidade pode ser de causa primária, ou seja, quando a pessoa já nasce predisposta pela genética. "Por outro lado, pessoas que são saudáveis, em um dado momento da vida, podem se expor a situações que levem à dificuldade do organismo em manter um equilíbrio imunológico", completa.
Exemplos dessas situações vão desde maus hábitos a tipos específicos de tratamentos: uso de medicamentos que suprimem a imunidade, exposição à radiação, quimioterapia, má alimentação, uso de drogas, consumo de álcool, excesso de exercício físico, estresse prolongado, doenças que levam a uma grande perda de proteínas - substâncias que são "a matéria prima dosanticorpos", como explica Elisabete -, doenças crônicas, deficiências de vitaminas, falta de repouso adequado, entre muitos outros fatores.
De olho nas doenças mais persistentes
Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. "O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes. O exame clínico realizado pelo médico assistente, aliado à queixa e evolução de sintomas, são orientadores na solicitação de exames", completa.
É mais fácil, portanto, perceber que o sistema imunológico está pedindo ajuda quando há repetições de várias complicações no organismo, que demoram a ir embora. "A diminuição da resistência orgânica cria condições para o desenvolvimento frequente de doenças", conta Fernando. Se a pessoa apresentar um mesmo problema - ou mais de um - diversas vezes, deve procurar um profissional.
A lista dos sinais alarmantes
Ainda assim, não é tão simples a detecção, uma vez que repetir demais uma complicação não é certeza de uma queda na imunidade. Um indivíduo pode ter as unhas fracas durante meses, por exemplo, mas isso pode ser apenas consequência de má higiene ou falta de alguns nutrientes na alimentação.
Por isso, vale ficar mais atento aos sintomas decorrentes de doenças que são mais comuns quando as defesas do organismo estão frágeis. Confira exemplos dados pelo clínico geral Fernando Manna e a imunologista Elisabete Blanc:
Boca: herpes, amigdalite e estomatite
Pele: infecções recorrentes, abscessos, doenças gerais causadas por fungos, vírus e bactérias
Ouvido: otites
Região genital: herpes
Sistema respiratório: gripes e resfriados
A percepção da imunodeficiência fica ainda mais clara com a lista da Fundação Jeffery Modell e a Cruz Vermelha Americana, elaborada para guiar médicos e profissionais no diagnóstico de pacientes. Elisabete explica que, ao apresentar um ou mais desses itens abaixo, a pessoa já deve ser investigada.
A médica imunologista Elisabete Blanc, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, conta que a baixa imunidade pode ser de causa primária, ou seja, quando a pessoa já nasce predisposta pela genética. "Por outro lado, pessoas que são saudáveis, em um dado momento da vida, podem se expor a situações que levem à dificuldade do organismo em manter um equilíbrio imunológico", completa.
Exemplos dessas situações vão desde maus hábitos a tipos específicos de tratamentos: uso de medicamentos que suprimem a imunidade, exposição à radiação, quimioterapia, má alimentação, uso de drogas, consumo de álcool, excesso de exercício físico, estresse prolongado, doenças que levam a uma grande perda de proteínas - substâncias que são "a matéria prima dosanticorpos", como explica Elisabete -, doenças crônicas, deficiências de vitaminas, falta de repouso adequado, entre muitos outros fatores.
De olho nas doenças mais persistentes
Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. "O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes. O exame clínico realizado pelo médico assistente, aliado à queixa e evolução de sintomas, são orientadores na solicitação de exames", completa.
É mais fácil, portanto, perceber que o sistema imunológico está pedindo ajuda quando há repetições de várias complicações no organismo, que demoram a ir embora. "A diminuição da resistência orgânica cria condições para o desenvolvimento frequente de doenças", conta Fernando. Se a pessoa apresentar um mesmo problema - ou mais de um - diversas vezes, deve procurar um profissional.
A lista dos sinais alarmantes
Ainda assim, não é tão simples a detecção, uma vez que repetir demais uma complicação não é certeza de uma queda na imunidade. Um indivíduo pode ter as unhas fracas durante meses, por exemplo, mas isso pode ser apenas consequência de má higiene ou falta de alguns nutrientes na alimentação.
Por isso, vale ficar mais atento aos sintomas decorrentes de doenças que são mais comuns quando as defesas do organismo estão frágeis. Confira exemplos dados pelo clínico geral Fernando Manna e a imunologista Elisabete Blanc:
Boca: herpes, amigdalite e estomatite
Pele: infecções recorrentes, abscessos, doenças gerais causadas por fungos, vírus e bactérias
Ouvido: otites
Região genital: herpes
Sistema respiratório: gripes e resfriados
A percepção da imunodeficiência fica ainda mais clara com a lista da Fundação Jeffery Modell e a Cruz Vermelha Americana, elaborada para guiar médicos e profissionais no diagnóstico de pacientes. Elisabete explica que, ao apresentar um ou mais desses itens abaixo, a pessoa já deve ser investigada.
Duas ou
mais pneumonias no último ano
Os sintomas da infecção no pulmão costumam ser: febre muito alta, calafrios, tosse com expectoração, falta de ar, dor no peito, vômitos, prostração, perda de apetite e dores no corpo
Postado por Alberto(CABB)
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