domingo, 24 de fevereiro de 2013

ALIMENTAÇÃO NA DOENÇA DE PARKINSON PARTE 2



    • Os movimentos do esôfago que ajudam a "empurrar" os alimentos para o estômago podem estar prejudicados, provocando engasgos e dificultando a deglutição;
    • Tremor e rigidez, especialmente nos músculos da face, dificultando a mastigação e deglutição;
    • Abuso de bebida alcoólica e de medicamentos;
    • Hábitos alimentares inadequados;
    • Descaso com a própria saúde.
 Como obter uma alimentação saudável ?
A alimentação é fator essencial para manutenção ou recuperação da saúde. As atividades diárias de trabalho, diversão, exercício físico e o auto cuidado dependem diretamente do que e de quanto comemos. Tanto a qualidade quanto a quantidade dos alimentos ingeridos devem ser avaliadas, pois a combinação dos dois fatores pode nos trazer benefícios específicos. Sexo, altura, atividade física, estado nutricional, existência ou não de outras doenças e dificuldades físicas ou mentais influenciam direta ou indiretamente nossa dieta.
Uma alimentação variada dever fornecer todos os nutrientes de maneira adequada.
O que são nutrientes ?
Os nutrientes, inclusive a água, são substâncias que estão inseridas nos alimentos e desempenham funções variadas no nosso organismo. São eles: proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas, minerais e fibras. Podemos encontrá-los em alimentos diferentes, por isso devemos variar ao máximo nossa alimentação. O nutriente que encontramos em um podemos não encontrar em outro e vice-versa.
Os nutrientes estão presentes em quantidades diferentes nos alimentos. Nenhum alimento é completo (exceto o leite materno para crianças até 6 meses), ou seja, possui todos os nutrientes em quantidades suficientes para atender às necessidades do organismo.
Por isso precisamos ter uma alimentação variada.
O que devemos comer diariamente para ter uma alimentação adequada ?
  • Grupo de carnes, peixes, aves, ovos e leguminosas
As carnes vermelhas (incluindo as vísceras, lingüiças, salsichas e presuntos) e as brancas (peixes e aves) são alimentos ricos em proteína e, portanto, chamados de alimentos construtores. A proteína está envolvida na formação e manutenção de células, tecidos do nosso corpo e órgãos (coração, pulmão, intestino, pele, etc.), hormônios e anticorpos para proteção do nosso organismo contra as doenças. Nas carnes vermelhas, peixes e aves podemos encontrar o ferro, também considerado nutriente construtor, devido à sua função. Ele participa da formação das células vermelhas do sangue, prevenindo a anemia, muito comum naqueles indivíduos que não ingerem quantidade suficiente destes alimentos.
Qual a quantidade de carne que devemos ingerir ?
As carnes devem ser ingeridas na quantidade média de 100 g por dia, o que significa um pedaço médio (ver lista de carnes).
  • Grupo dos laticínios
Este grupo é fonte de proteína e é insubstituível quando se trata de cálcio, mineral envolvido na formação e conservação de ossos e dentes. Com o envelhecimento, perdemos massa óssea, o que pode ser agravado por vários fatores, tais como uso de medicamentos (diuréticos, antiácidos e outros), redução da atividade física e imobilidade, menopausa, doenças crônicas, baixo consumo de alimentos que contenham cálcio, fumo excessivo, entre outros.
Principais alimentos
ricos em cálcio
Alimentos ricos em cálcio=300 mg de cálcio
Alimento
Quantidade
Leite
1 copo grande (250 ml)
Iogurte
1 copo grande (250 ml)
Queijo branco
1 fatia média (30 g)

Para obtermos uma quantidade adequada deste mineral, devemos ingerir 1200 mg/dia, que correspondem a 3 copos de leite e iogurte e uma fatia de queijo. Para aqueles que já têm osteoporose, são necessários 1500 mg/dia. Veja a tabela na página anterior e verifique quanto de CÁLCIO você está ingerindo por dia.
Hoje temos disponível no mercado o leite enriquecido com cálcio ("Cálcio Plus"), o que significa que se você tomar um copo de leite ( 250 ml ), estará ingerindo o dobro de cálcio existente no leite comum. É uma boa alternativa para aqueles que não têm o hábito de tomar leite, iogurte ou comer queijo.
A melhor escolha de queijo é o tipo minas frescal que tem quantidade menor de gordura que os outros (parmesão, prato, gorgonzola, etc.).
Postado por Alberto(CABB)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

INTRODUÇÃO AS DOENÇAS VENÉREAS PARTE 1


Introdução

"Antigamente, elas se chamavam doenças venéreas, isto é, doenças de Vênus, ou doenças do amor. Apesar do romântico nome genérico, a denominação de cada uma dessas doenças não era nada romântica (sífilis, gonorréia, cancro mole) e elas chegavam a matar. Depois, vieram os antibióticos que, extremamente eficientes no combate a esses males, mudaram o panorama. Então, podia até ser considerado prova de virilidade ter uma 'doença do mundo' ou 'doença feia'.... Atualmente, elas se chamam doenças sexualmente transmissíveis".
Desta maneira, a psicóloga Lídia Rosemberg Aratangy introduz o capítulo de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) em seu livro "Sexualidade - a difícil arte do encontro". Realmente, hoje em dia, as DSTs voltam a assolar a sociedade brasileira e devem ser compreendidas de maneira séria e debatidas amplamente, para que possam ser superadas e deixem de infectar tantas pessoas de todas as faixas etárias.
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Coordenação Nacional de DST/Aids, do Ministério da Saúde (MS), não há dados disponíveis que tracem um "mapa" das DSTs no Brasil, pelas próprias dificuldades culturais em reportar este tipo de informação aos setores da saúde. Até 1998, o Ministério da Saúde publicava o Boletim Epidemiológico, onde anunciava principalmente informações sobre Sífilis Congênita (transmitida da mãe para o filho, durante a gravidez ou parto, e, portanto, não por via sexual) e de AIDS, uma vez que, por lei, todo médico que diagnostica uma destas doenças é obrigado a relatá-la. No entanto, diante das dificuldades de ter dados mais precisos sobre as outras doenças, o MS deixou de publicar estes Boletins até que arquitete uma metodologia mais eficaz.
Como as DSTs indicam, na maioria dos casos, um comportamento sexual desprotegido, elas são também um indicativo de pessoas mais propensas à contaminação pelo HIV e identificar esta população, alvo das campanhas de prevenção da AIDS, é uma das prioridades do Ministério da Saúde, segundo informa sua assessoria de imprensa.
Conforme entrevista com o epidemiologista Dr. Fábio Moherdaui, assessor para DST do Programa Nacional DST/AIDS do MS, a Organização Mundial da Saúde (OMS) projeta que 12 milhões de novos episódios, entre homens e mulheres, surjam anualmente no Brasil. Esta estimativa, baseada em 10 anos de estudos, não leva em conta as doenças virais, como a AIDS, o HPV, a Herpes e a Hepatite, mas apenas as doenças bacterianas, como a Sífilis, a Clamidíase, a Gonorréia e Tricomoníase, esta última causada por um protozoário.

Curiosidades Históricas
Como foi dito, na Antigüidade, as DSTs eram tidas como as doenças da deusa grega do amor, Vênus. Para se ter noção de como essas doenças acompanham a própria história e o desenvolvimento do homem, a gonorréia foi descrita em algumas passagens da Bíblia, muito embora sua causa só tenha sido conhecida no século XIX.
Algumas tumbas do Egito antigo apresentavam registros sobre a Sífilis. Sabe-se, ainda, que a rainha egípcia Cleópatra tentava se defender de doenças e da gravidez através do uso de artigos precursores dos preservativos.
Causas
Os vírus são causadores de grande parte das DSTs, como condiloma, herpes genital, hepatite B e a infecção pelo HIV. Já as bactérias são as causas de doenças como a gonorréia, a clamídia, o cancro mole e a sífilis. Finalmente, algumas outras doenças, como a escabiose, tricomoníase e a infestação por piolho púbico são causadas por parasitas.
Formas de TransmissãoAs DSTs são transmitidas por meio de relações sexuais anais, vaginais e orais. Médicos alertam que as doenças podem ser transmitidas a partir do momento em que a pessoa se infecta, ou conforme o caso, mesmo depois que nenhum sintoma ou sinal possa ser percebido.
Especialistas alertam que secreções no pênis, ânus ou na vagina, sensação de ardência ao urinar, bolhas e úlceras nos genitais, dor na região pélvica ou abdominal, dor durante a relação sexual, são possíveis sintomas das doenças sexualmente transmissíveis. Assim, caso se apresente algum destes sintomas, deve-se interromper as relações sexuais e procurar um médico. Convém esclarecer que a cadeia de transmissão só se interrompe quando o portador da doença é tratado e passa a usar preservativos em todas as relações sexuais.
Existem DSTs como a sífilis e a hepatite B, e o HIV (AIDS) que podem ser transmitidas através de sangue infectado e por transmissão vertical (da mãe para o filho, durante a gestação, no parto, ou no aleitamento). Conforme informações do Dr. Fábio, em mais de 80% dos casos de mulheres portadoras, as DSTs apresentam um curso assintomático, ao contrário dos homens, onde são mais exuberantes e mobilizadoras de tratamento. É muito comum, portanto, que as mulheres só percebam que portam uma DST quando ela já está em um estágio avançado - daí a importância da visita freqüente ao ginecologista para os exames de rotina.
Considerações Sobre Algumas Doenças

Gonorréia
Corrimento amarelado (pus) que sai do pênis, causando ardor para urinar, apresentando mau cheiro. No caso das mulheres, 70% não apresenta sintomas. No caso das mulheres que apresentam sintomas, eles são semelhantes aos dos homens.

Cancro Duro
Cancro duro é o nome que se dá à manifestação inicial da sífilis. Aproximadamente entre o décimo e o trigésimo dia, após o contágio, surge nos genitais uma ferida que não dói, não coça, não arde. A ferida desaparece espontaneamente, após um prazo, entretanto a doença continua a progredir e ser transmitida.

Sífilis
Doença causada pela bactéria Treponema pallidum, capaz de infectar qualquer órgão ou tecido. A bactéria atinge o organismo através de pequenas lesões na pele, nas mucosas, ou pela corrente sangüínea.
Após a primeira fase, do cancro duro, cerca de dois meses após o sumiço da ferida, aparecem manchas avermelhadas em toda a pele, nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Caso não seja tratada, depois de alguns anos, pode afetar o cérebro, o coração e outros órgãos.
Quando uma mãe, com sífilis, passa a doença para o bebê, chama-se sífilis congênita, que pode trazer sérias complicações de saúde à criança.

Herpes Genital
O herpes inicia-se com coceiras, seguidas de ardor nos órgãos genitais. Posteriormente, surgem pequenas bolhas, que estouram e se transformam em pequenas lesões dolorosas. Estas desaparecem espontaneamente, após um prazo aproximado de dez dias. Entretanto as lesões retornam, ciclicamente, sem tempo definido, principalmente se o portador tem uma baixa em seu sistema imunológico, que pode ser causada por estresse, desgastes emocionais ou físicos, exposição excessiva ao sol, alimentação inadequada. Médicos advertem que não existem remédios capazes de curar o herpes.

Clamidíase
Também conhecida como uretrite ou cervicite inespecífica e uretrite não-gonocócica, a Clamidíase é caracterizada por corrimento uretral escasso, translúcido e, geralmente, matutino. Pode, no entanto, ser reconhecida apenas pelo ardor uretral ou vaginal, muitas vezes o único sintoma. Raramente a secreção pode ser abundante e purulenta.
Se não tratada, a Clamídia pode permanecer por anos contaminando as vias genitais dos pacientes. Mesmo sem sintomas, o portador segue transmitindo a doença. De acordo com o Dr. Fábio Moherdaui, a Clamidíase é uma das doenças mais comuns entre as mulheres e pode ser de difícil diagnóstico: localiza-se do colo do útero para cima e é, muitas vezes, assintomática. Sendo assim, junto com a Gonorréia, a Clamidíase pode ter por complicação a doença inflamatória pélvica, que vem a ser uma das causas de mortalidade feminina.

Tricomoníase
Doença causada por um protozoário e transmitida sexualmente, a Tricomoníase se localiza, na mulher, na vagina ou em partes internas do corpo e, no homem, só nas partes internas. Os principais sintomas são o corrimento amarelo-esverdeado, volumoso, com mau-cheiro, dor durante o ato sexual, ardência e dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. O tratamento deve ser para o casal. 




Postado por Alberto(CABB)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

BENEFÍCIOS DA MANDIOCA PARA A SAÚDE

Os benefícios da mandioca para a saúde

A mandioca (aipim ou macaxeira) é um dos alimentos mais conhecidos e mais consumidos no Brasil. Trata-se de um prato típico indígena, sendo usada em várias receitas em quase todas as regiões brasileiras. É um alimento rico em fibras, vitaminas e carboidratos, que garante muita energia para o nosso corpo. Essa raiz tuberosa possui propriedades que ajudam a aumentar os níveis de serotonina  (responsável pela sensação de bem estar) no nosso cérebro.
são essenciais para o nosso organismo e para nossa saúde.
 Características da mandioca
A mandioca, também conhecida como aipim e macaxeira é uma planta da espécie Manihot Esculenta, da qual fazem parte de mais de 7000 espécies, encontrada nativo na região sudeste da Amazônia. É cultivada em diversas regiões tropicais e subtropicais do mundo, por se tratar de uma planta com raízes comestíveis.
As raízes tuberosas são as partes mais consumidas da mandioca, sendo considerada uma excelente fonte de carboidratos, vitaminas e quantidades de amido. Esses elementos são essenciais para o nosso organismo e para nossa saúde.
A mandioca combina com vários outros alimentos, formando pratos deliciosos.
Os benefícios da mandioca para a saúde
1.  Ajuda a manter os ossos saudáveis e a controlar os impulsos nervosos;
2. Possui carboidratos, tendo alto valor energético e não contém proteínas. Ela é rica em sais minerais, como o cálcio, ferro e fósforo. Além de possuir vitaminas do complexo B e grandes quantidades de potássio;
3. É uma excelente fonte de fibras vegetais, que ajudam no bom funcionamento do intestino;
4. É rica em amido. Uma grande vantagem é que não possuem glúten, podendo ser consumida por pessoas portadoras de doenças celíacas (que tem intolerância ao glúten);
5. Além das funções nutricionais, a mandioca pode ser utilizada para o tratamento externo de artrite, edemas e abscessos;
6. O consumo dessa raiz também ajuda na produção de serotonina (neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar) no nosso cérebro.
Dicas de consumo
A mandioca pode ser transformada em farinha, que é uma das formas mais utilizadas. A tapioca é um alimento típico indígena, feito da farinha de mandioca e muito utilizado em diversas regiões. Além dessas formas, a mandioca ainda pode ser consumida em:
  • Beijus;
  • Sopas;
  • Pirões;
  • Mingaus;
  • Bolos.
A tapioca é um prato típico feito com farinha de mandioca.
Além de todos esses benefícios para a saúde, algumas indústrias apostam em produtos feitos a partir da mandioca e destinados ao tratamento de cabelos. Esses cosméticos são shampoos, condicionadores e máscaras que prometem dar brilho, maciez e ajudar no crescimento dos fios. O consumo em excesso da mandioca pode causar o aumento de peso. O ideal é consumi-la em pequenas quantidades diariamente, ou substituí-la por outros tipos de carboidratos.
Postado por Alberto  

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ALIMENTAÇÃO NA DOENÇA DE PARKINSON PARTE 1


A ALIMENTAÇÃO NA DOENÇA DE PARKINSON
 Como a doença de Parkinson pode interferir na alimentação ?
Dependendo da fase da doença, da dose do medicamento ou da etapa do tratamento, podem-se observar alguns sintomas que dificultam uma alimentação adequada, fazendo com que o estado nutricional do parkinsoniano fique prejudicado, necessitando de intervenção de um profissional de nutrição e ajuda de outros profissionais e da família.
Muitas vezes, o indivíduo com a Doença de Parkinson já está inserido no grupo da terceira idade e, dependendo do seu modo de vida, pode apresentar outros problemas relativos à saúde, como a hipertensão, hipercolesterolemia, osteoporose, problemas cardiovasculares, distúrbios genitourinários, entre/outros. Desta forma, devemos considerar as manifestações das diversas doenças quando vamos alimentar-nos. Uma dieta bem orientada pode ajudar-nos a vencer as dificuldades.
Vários fatores podem apresentar-se como risco para falta de apetite, perda de peso e, conseqüentemente, má nutrição. São eles:
    • A aposentadoria reduzida e muitas vezes adquirida muito cedo;
    • Isolamento da família e/ou da sociedade;
    • A não-aceitação da doença;
    • A existência de outras doenças conjuntas;
    • Problemas de dentição e dificuldades de mastigação e deglutição (ato de engolir os alimentos líquidos e/ou sólidos);
    • Depressão e, em alguns casos, demência;
    • Pouca atividade física e imobilidade;
    • Medicamentos usados na fase inicial da doença (anticolinérgicos, como Artane e Akineton, entre outros), interferindo na absorção intestinal, dificultando o seu funcionamento, provocando náuseas, vômitos, intestino preso ou boca seca (dificultando a formação normal do "bolo alimentar"), reduzindo a sensibilidade do paladar e do olfato;
    • Dietas não orientadas por profissional da área de nutrição;
    • Aumento do metabolismo e conseqüentemente das necessidades energéticas, facilitando a perda de peso;
    • Falta de equilíbrio para preparar a sua própria alimentação ou inexistência de outra pessoa que possa fazê-lo.
    • Problemas com a postura e dificuldade em manter-se ereto à mesa;
    • Dificuldades motoras ara manusear os talheres (levar o talher à boca, cortar os alimentos) devido ao tremor e/ou à rigidez;


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Tempero Caseiro



Tempero Caseiro - Receita Natural
Estamos sempre falando do uso de ervas em chás e outros remédios naturais. Hoje falaremos de uma outra forma bastante comum se utilizar as ervas: os temperos. Muitas plantas são capazes de tornar os alimentos mais saborosos e aromáticos. Além disso, os temperos caseiros são mais benéficos para a saúde que os produtos industrializados.
Um dica importante é reduzir a quantidade de sal utilizada na hora de temperar os alimentos. Abuse do alho, cebola, pimenta e outras ervas capazes de destacar o sabor dos pratos. Lembre-se que devemos ingerir no máximo 6g de sal todos os dias – cerca de 6 colheres rasas de café.
A seguir, ensinamos você a preparar um tempero repleto de ervas, ideal para utilizar em carnes, legumes, feijão, massas e outros alimentos. Para conhecer mais sobre as ervas utilizadas, clique nos links.
Tempero Caseiro
Receita de Tempero Caseiro
Ingredientes:
Preparo
Descasque as cebolas e corte-as em quatro partes. Junte as cebolas, o alho e azeite. Bata no liquidificador até obter uma pasta cremosa. Acrescente os demais ingredientes e bata mais uma vez, até que estejam bem triturados. Despeje em um pote limpo com tampa e guarde na geladeira.
Algumas Dicas
Como você deve ter observado, o tempero não leva sal. Caso seja necessário, inclua um pouquinho de sal na hora do preparo, levando em consideração as recomendações de consumo do produto.
Outra dica importante é lavar bem todas as folhas antes de preparar o tempero. Se não gostar do sabor de algumas delas, substitua por outra da receita, dobrando a quantidade. O ideal é utilizar as folhas frescas, mas se não as tiver em mãos, é possível recorrer às ervas secas.
Postado por  Alberto